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José Augusto Marceneiro

Nasceu em
19 Maio 1946
Faleceu em
10 Março 2008
País de Nascimento
Angola
Sexo
Masculino
Memorial criado em
10 Março 2009
Promotor
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0
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839
 Nasceu em Cazengo- Kwanza Norte, a data da sua morte tinha 61 anos de idade. Desde muito cedo foi viver com uma das irmãs, porque o pai já era falecido quando do seu nascimento. Frequentou o Seminário em Luanda na congregação dos Capuchinhos, chegando quase a ordenação, quando desistiu. Prestou serviços junto do Cartório da Igreja da Nª. Srª. da Fátima em Luanda. Ingressou para a função pública como auxiliar de administração de 3ª classe em 1966, na extinta Secretaria Notarial de Luanda.   De 1967 a 1969, prestou serviço militar obrigatório nas Forças Armadas Portuguesas.   De 1970 a 1974 na categoria de aspirante provisório, prestou serviços nos recém criados 2º e 4º Cartórios da Comarca de Luanda. Em 1974, foi transferido para a Província de Malanje onde permaneceu até 1992, exercendo as funções de 3º Ajudante de Cartório Notarial, posteriormente ascendeu as categorias simultâneas de Notário, Conservador dos Registos da Comarca e Delegado Provincial do Ministério da Justiça.   No período de 1992 e 1998, dada a situação de guerra reinante no País, foi colocado temporariamente como Juíz de Direito, no Tribunal Municipal da Ingombota (Tribunal de Polícia).   Por Despacho de 4 de Outubro de 1998 do venerando Juíz Presidente do tribunal Supremo, na função de Juíz de Direito foi transferido e colocado na 6ª Secção Criminal do Tribunal Provincial de Luanda, até a data da sua morte
Velas Acesas (33)
porHenriqueta, Março 31, 2009
Com a tua fotografia na sala, faz-me acreditar que me foste visitar e estarmos sempre juntos e a conversar, tratar dos assuntos familiares e profissionais. Por muito que eu queira, não consigo aceitar tamanha dor. Foi, é e continuará a ser difícil aceitar a perda. Resta-me acreditar que com os teus feitos, estás ao lado do Senhor.
porBarao, Março 12, 2009
Quero acreditar que já la se foram doze meses desde que nos abandonaste, mas não consigo. Prefiro pensar que continuas em tratamento, que estamos na esperança de te ver regressar mais forte do que antes. o meu maior pesadelo agora é colocar flores na tua nova campa, e quando faço é com muita dor, porque acredito que apenas estou a limpar a campa da tua mãe. Embora sempre me disseste que também é tua e assim fizemos a tua vontade.
porBarao, Março 10, 2009
Barão. Assim te chamavamos, porque eras o nosso lider, pai, irmão, tio, companheiro amigo. Todas as questões tinham de ser resolvidas com a tua presença, por se tratar do nosso guia.
Hoje parece mentira. Cada vez que se precisa de um conselho, rebuscamos todas as pessoas e depois vem o teu nome. Se o Barão estivesse, já teria solução. Enfim, custa-me aceitar que já se passaram 12 meses. Para mim parece que ainda estás no hospital, mas falta o teu telefonema diário para me dizeres a posição/opinião dos Médicos. Sou te quero ao lado do Senhor
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