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António Paulo de Gouveia BrazãoNasceu em 10 Janeiro 1940 Faleceu em 9 Novembro 2009 País de Nascimento Portugal Sexo Masculino Memorial criado em 26 Novembro 2009 Promotor Website de Homenagem Visitas ao Website 407 Visitas ao Memorial 2960 Ficheiro de Som Mapa
Velas Acesas (43)
porÉrica, Novembro 9, 2010
Um ano...Quem diria como um ano pode mudar muita coisa... Quem diria que um ano depois, não iríamos ter aquela pessoa querida, especial ao nosso lado... Ficou tanta coisa por dizer...
Sempre que venho, aqui, é como se viesse fazer uma visita ao Sr.Brazão... As minhas palavras são poucas para descrever a grande dor que sinto... Cada dia que passa, a saudade aumenta! As recordações já não são suficientes para matar a grande saudade! É e sempre será o nosso Anjo Especial que vela por todos nós!* Beijinhos, Érica* porcatbrazao, Novembro 9, 2010
De volta a casa, de volta ao meu lugar, sinto-me segura. As saudades do papá estão presentes,mais intensas nos momentos de convívio, naquele canto do sofá,da cama...
Há sempre aquele lugar vazio ou preenchido de recordações que me faz pensar. O papá não queria partir, muito menos queríamos que fosse mas esse irremediável destino do Homem chegou embora não é tão forte para apagar uma pessoa tão rica na sua presença e no seu ser. Revejo-o em cada instante, em cada lugar. Com orgulho,Catarina porsandrina, Novembro 9, 2010
Um ano de saudade....
Sandrina, Paulo e Lourenço porcatbrazao, Outubro 7, 2010
Hoje faço mais um ano mas,apesar de estar praticamente só em Lisboa, mais só me sinto porque sei que não vou receber os seus parabéns entre as chamadas que me fazem nem receber um beijo,nada...
Sonhei mais uma vez com o papá, obrigada pela presença,sempre é algum consolo,efémero... Tantas saudades,tantas! Catarina*** porcatbrazao, Agosto 29, 2010
A partida irretornável do Sr Gastão fez reforçar a do papá,no sentido de questionar mas porquê? Será que vão se encontrar?Será que existe um lugar?Será...será...A única certeza são as eternas e persistentes saudades. Como o amor e a lembrança. A perda física não é mais forte do que o que partilhámos e sentimos durante a vida,mas é dolorosa, dolorosamente ultrapassável segundo consta...
Quando fomos ao Alentejo imaginei como seria a reacção do papá ao ver aqueles campos ora semeados ora cheios de árvores. Imagino o seu sorriso... Um grande carinho tchu tchu. Pág. 1 de 9
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