Artigos
Apoio Psicológico
Refira-nos

António Paulo de Gouveia Brazão

Nasceu em
10 Janeiro 1940
Faleceu em
9 Novembro 2009
Localidade
Santa Maria Maior, Funchal, Funchal
País de Nascimento
Portugal
Sexo
Masculino
Memorial criado em
26 Novembro 2009
Promotor
Website de Homenagem
Visitas ao Website
407
Visitas ao Memorial
2960
Ficheiro de Som
O Sr. Brazao, como era conhecido, nasceu no dia 9 de Janeiro de 1940, no sitio do Rosario, Sao Vicente, concelho norte da Ilha da Madeira. Aos 9 anos de idade, juntamente com os seus 4 irmaos e a mae Antonia, partiu para o Curacau, Antilhas Holandesas, onde o seu pai os esperava. La viveu durante 36 anos. Onde foi ciclista, ferreiro, instrutor de condução e, mais por fim, comerciante. Do seu primeiro casamento teve 3 filhos: Suzy, Corinne e o Carlos. Entretanto, em 1978 casou-se com a minha mae Doria com a qual, em 1979, teve a quarta filha, a Cariolina. Tres anos depois regressa a Portugal, com a minha mae e a Cariolina. Constroi uma casa no Funchal e, em 1984, foi pai pela ultima vez, "a minha ultima flor" - Catarina - como costumava referir-me com orgulho, tal como aos meus irmaos. Apos anos de trabalho na área da construção, em 1998 teve um AVC, um virus no Baco e, por sua vez, uma baixa de plaquetas, que o conduziu ao internamento durante 3meses. Entre o casamento da Cariolina, o termino das licenciaturas dos meus irmaos, o nascimento do primeiro neto, o Francisco, em 2004, surgiram outros problemas de saude, como uma cirurgia por negligencia medica (para piorar a situação) e uma angina instavel em 2005. Para mais ajudas, foi-lhe diagnosticado uma Demencia Vascular. Entretanto, foi novamente avo do Henrique (irmão do Francisco) em 2007 e, no seguinte ano teve a oportunidade de ver a sua filha mais nova a terminar a licenciatura. Ainda em 2008, foi ao casamento do seu filho Carlos, com a elegante holandesa Micklin, no Curacau precisamente na praia, onde pode desfrutar a terra onde o acolheu e onde ainda se encontram tres dos seus irmãos. Ainda em Marco de 2009, realizou o seu maior sonho: fazer um cruzeiro. Embora com algum receio, a minha mae acompanhou-o e, tal como previsto, adorou o passeio que fez pelo Mar Mediterraneo. Em Agosto deste ano, foi-lhe anunciado as boas-novas do nascimento do seu terceiro neto, o Nöan, fruto do seu filho Carlos. No entanto, em Setembro, a saúde do meu pai teve uma nova quebra e soubemos, atrav&
Mapa
Velas Acesas (43)
porÉrica, Novembro 9, 2010
Um ano...Quem diria como um ano pode mudar muita coisa... Quem diria que um ano depois, não iríamos ter aquela pessoa querida, especial ao nosso lado... Ficou tanta coisa por dizer...
Sempre que venho, aqui, é como se viesse fazer uma visita ao Sr.Brazão...
As minhas palavras são poucas para descrever a grande dor que sinto... Cada dia que passa, a saudade aumenta! As recordações já não são suficientes para matar a grande saudade!
É e sempre será o nosso Anjo Especial que vela por todos nós!*

Beijinhos,
Érica*
porcatbrazao, Novembro 9, 2010
De volta a casa, de volta ao meu lugar, sinto-me segura. As saudades do papá estão presentes,mais intensas nos momentos de convívio, naquele canto do sofá,da cama...
Há sempre aquele lugar vazio ou preenchido de recordações que me faz pensar.
O papá não queria partir, muito menos queríamos que fosse mas esse irremediável destino do Homem chegou embora não é tão forte para apagar uma pessoa tão rica na sua presença e no seu ser.
Revejo-o em cada instante, em cada lugar.

Com orgulho,Catarina
porsandrina, Novembro 9, 2010
Um ano de saudade....

Sandrina, Paulo e Lourenço
porcatbrazao, Outubro 7, 2010
Hoje faço mais um ano mas,apesar de estar praticamente só em Lisboa, mais só me sinto porque sei que não vou receber os seus parabéns entre as chamadas que me fazem nem receber um beijo,nada...
Sonhei mais uma vez com o papá, obrigada pela presença,sempre é algum consolo,efémero...
Tantas saudades,tantas!
Catarina***
porcatbrazao, Agosto 29, 2010
A partida irretornável do Sr Gastão fez reforçar a do papá,no sentido de questionar mas porquê? Será que vão se encontrar?Será que existe um lugar?Será...será...A única certeza são as eternas e persistentes saudades. Como o amor e a lembrança. A perda física não é mais forte do que o que partilhámos e sentimos durante a vida,mas é dolorosa, dolorosamente ultrapassável segundo consta...
Quando fomos ao Alentejo imaginei como seria a reacção do papá ao ver aqueles campos ora semeados ora cheios de árvores. Imagino o seu sorriso...
Um grande carinho tchu tchu.
Pág. 1 de 9